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    Mostrando postagens com marcador textos. Mostrar todas as postagens

    17/01/2018

    Novidades: por que desisti de dar aula? Como é meu trabalho como jornalista? E o blog como fica?

    Olá, leitores! Que saudades de escrever aqui!

    Por que desisti de ser professora?

    Primeiramente gostaria de fazer uma atualização do post Vale a pena cursar letras? Minhas impressões a respeito do curso  depois de formada as coisas mudaram. Vale ressaltar que tudo que escrevi ali foi exatamente tudo que sentia naquele momento. Quando entrei na universidade eu tinha a vontade de melhorar a educação, de fazer a diferença na vida do aluno, mas quando cheguei no estágio (após escrever aquele post) vi que não era para mim. Para começar eu sou muito calma, não tenho aquela autoridade necessária para dominar uma sala de aula. Ser professor é muito cansativo e estressante, falar em uma sala de aula cansa a voz, planejar aulas, você chega em casa estressado. Aí conclui que não queria isso de segunda a sexta pelos próximos vinte e cinco anos. Friso aqui que continuo admirando a profissão e quem se dedica à ela. E não digo que nunca darei aulas, se necessário for estou habilitada para isso. 
    Não me arrependo de ter me formado em Letras. Acredito que me abriu muitas portas (já falo do meu trabalho como jornalista), acrescentou muito no currículo, aprendi muito e sempre gostei de português e continuo gostando. 

    Meu trabalho como jornalista:

    Não, nunca me imaginei sendo jornalista, prova que cursei Letras e não jornalismo. Entre desistir de ser professora (continuo trabalhando meio período na faculdade) comecei a fazer pesquisas para ganhar uma grana extra (ainda continuo) site das pesquisas (funciona, pagam certinho). Surgiu o projeto de criar uma página de notícias de Santa Catarina. Temos que aproveitar as oportunidades que a vida dá, mesmo que não são exatamente o que planejamos. 
    Ressalto que o fato de ser formada em Letras ajudou muito a conseguir a oportunidade e também que apesar de saber escrever textos tive que pedir umas dicas para Deborah (colaboradora do blog e formada em Jornalismo) para saber como redigir textos jornalísticos. 
    Tenho curtido a rotina de jornalista, não é bem uma rotina com horário e local certo (escritório) estamos onde a notícia está. página de notícias que trabalho
    Pretendo cursar Jornalismo? Por agora não, gostaria de fazer um curso de Marketing Digital (vontade que já tinha por conta do blog) e tirar minha carteira de motorista, não sei qual dos dois faço primeiro. Comentem aqui para me ajudar hehe

    E o blog?

    Vontade de escrever e ideias para postagens eu tenho, só tá difícil conciliar tudo: pesquisas, trabalho na universidade e mais o de jornalista com o blog. Acabou que deixei o hobby de lado. Mas tenho conseguido ler, assistir séries e tenho vontade de resenhar tudo aqui. Vou tentar, mesmo que com uma frequência menor do que antes. Uma coisa é fato: não vou tentar parcerias, tenho lido menos, então não quero ter a obrigação de ler com prazo. Vou ler o que gosto e tenho na estante. 

    Comentem o que querem ver aqui no blog. 

    22/08/2017

    Um olhar sob a primeira pessoa em "O homem perfeito da Vanessa Bosso": defendendo a Samantha

    Olá, leitores!

    Nesta resenha comentei principalmente uma parte que me incomodou no livro "Um homem perfeito", da Vanessa Bosso,  o uso da primeira pessoa, por não termos certeza do que realmente ocorreu e sim a versão de um personagem. Vale ressaltar que também comentarei vários acontecimentos da obra, incluindo seus pontos positivos, portanto, contém muitos spoilers. Vamos lá:
    No livro, temos uma narrativa em primeira pessoa, ou seja, vemos os fatos sendo narrados pela protagonista Melina, a qual depois de dez anos e vários relacionamentos ruins retorna a Paraty, sua cidade natal. Nisso, reencontra Bernardo, o tal homem perfeito do título, um cara que ela traiu com o melhor amigo dele, o Guilherme, e se mudou sem dar satisfação. Porém, o nosso homem perfeito está noivo de Samantha, que foi quem contou da traição.

    Minha história com Samantha é de longa data. Estudávamos no mesmo colégio, com diferença de um ano. Ela estava na sala do Bernardo e, como toda garota intragável, ele era o único gente boa que conseguia aturá-la. Obviamente, ficaram amigos.
    Foto: arquivo pessoal
    Vamos à parte que me incomoda na narrativa: Samantha era amiga de Bernardo, não de Melina, logo, vendo o amigo sendo traído, resolveu contar a verdade (sim, ela só contou a verdade!) e, por isso passa a ser detonada e julgada por Melina durante todo o livro. Nossa protagonista custa a admitir que errou e joga a culpa na Samantha, eximindo também a culpa de Bernardo na história. Afinal, se os dois estão noivos (depois de dez anos, sim, se passaram dez anos e ela fica remoendo isso!), Bernardo também quis a garota.
    Continuando, com a ajuda de uma amiga, Melina bola um plano para roubar o Bernardo de Samantha: invadir sua despedida de solteiro com uma roupa provocante. Como ela consegue, Samantha surta. Vamos aos fatos: a mulher está na véspera do seu casamento, de repente uma ex maluca (que não superou perder o homem) invade a despedida de solteiro e rouba o noivo. Quem não surtaria? Eu ia pirar! Vale ressaltar que não sabemos se o sonho da vida de Samantha era casar, se é do tipo  romântica que planeja o casamento dos sonhos, se for, pior ainda.
    "Melar esse casamento" seria a minha cartada final, um tapa na cara que a derrubaria para sempre.
    Foto: arquivo pessoal

    Para finalizar, temos a única parte em que vimos o ponto de vista de Samantha na história: uma carta, mandada do hospício, na qual temos uma frase em que menciona o caso:

    Desde a infância, eu soube que vocês eram feitos um para o outro e absolutamente nada poderia mudar esse fato.
    Ela pede desculpas, não sei o porquê, talvez o trauma do hospício ou talvez algo que não sabemos na história, visto que ficamos dez anos sem saber da vida do Bernardo, e, consequentemente, do relacionamento dos dois. O que temos de fato (admitido pela própria Melina) é que ela traiu o Bernardo. Pode-se imaginar é que após ele ficar solteiro, Samantha investiu nele, estando ambos livres, não há problema, visto que quem acabou com o relacionamento dele foi a Melina ao trair com o melhor amigo.
    A obra, felizmente, possui pontos positivos. O que mais me gostei foi a ambientação da história na cidade de Paraty, a qual eu não conheço mas após ler fiquei com muita vontade de viajar para lá. Ficamos sabendo desde nomes de praias até a feira do livro local. "Um homem perfeito" é o tipo de livro que nos faz viajar sem sair de casa.
    Outro ponto foi o desenvolvimento dos personagens secundários, inclusive gostei mais deles do que dos protagonistas (Melina e Bernardo), pois são encantadores e do tipo que nos apaixonamos e torcemos para que fiquem bem ao final da história. Destaco aqui os melhores amigos de Melina: Espirito e Nauane.
    Já leram o livro? O que acham de narrativas em 1ª pessoa? O que acharam da Samantha e da Melina? Comentem.

    21/03/2017

    Leitora ou compradora compulsiva de livros?

    Olá, leitores!

    Após fazer a postagem de livros novos na estante reparei o óbvio: compro muito mais livros do que leio, então comecei a refletir mais sobre isso, analisando a minha estante repleta de livros não lidos. Por que os comprei? Vamos a algumas situações:
    O Submarino me manda e-mail de uma promoção de leve três livros pague dois e eu olho a lista de obras na promoção e só me interessei por uma. Resultado: levo mais duas que nem queria tanto assim para ter a falsa sensação de ter levado uma de graça. Mas se for analisar, só levar a que eu queria, sairia bem mais em conta. Pior que nem li aqueles outros dois livros que levei para aproveitar a promoção. Outra destas: três livros por R$ 30, acabo levando três juntinhos do John Green e até agora não li nenhum deles. Aí, caro leitor você pode estar pensando: "mas estes livros você realmente não tinha interesse em ler!", e o que falar de "Cartas de amor aos mortos"? Comprei porque li várias resenhas elogiando e quando chegou simplesmente perdi a vontade de ler, e está lá parado na estante. Deve ser por isso que me identifico tanto com a Becky Bloom ou até a Darla, entrando na livraria desesperada para comprar um romance porque levou um fora.

    Créditos: Buena Vista/Disney
    Ainda olhando a minha estante repleta de livros aguardando para ser apreciados, reparo que há títulos para todos os gostos: desde fantasias até biografias, que nem me agrada o gênero, mas me teimei em comprar, também noto que há livros que comprei na Bienal, há anos atrás, e não li. Sem falar os e-books no Kindle, em sua maioria pego de graça ou muito barato (R$1,99) o que pelo menos não causa prejuízo financeiro ou ocupa mais espaço na estante, mas me pego pensando em quando vou ler tantos livros comprados.
    Bom, por que escrevo tudo isso aqui? Primeiro porque quero me comprometer a ser mais leitora do que compradora de livros, isto é, ler mais o que está na estante do que comprar livros. E, na certeza de que não estou sozinha nessa "síndrome de Becky Bloom", fazer vocês refletirem acerca do tema.
    Vocês compram mais do que leem? Se deixam levar por promoções também? Comentem.

    07/12/2016

    Apresentação do tcc: como foi a minha experiência + dicas

    Olá, leitores!

    Finalmente chegou o dia mais esperado deste semestre: o dia da banca do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC). Já que narrei como estava sendo a minha experiência aqui, vim partilhar o final dela.
    Eis que apresentei numa sala praticamente lotada de familiares, amigos e pessoas interessadas no tema. Na minha opinião apresentar para pessoas que me amam e torcem pro meu sucesso transmite segurança, por isso convidei a família. Porém, se para você ter mais pessoas assistindo te deixa nervoso, aconselho a falar educadamente que não gostaria de plateia por isso. Geralmente as pessoas respeitam, inclusive teve uma no dia que perguntou se teria problema de ela ficar para assistir, falei que não e que ficasse à vontade.

    Como foi a minha experiência:

    Tudo correu bem, a banca não fez nenhuma pergunta que não soubesse, questionaram mais curiosidades deles de porque escolhi o tema e sobre o blog (meu tema foi: a relevância dos blogs literários no mercado editorial). Tenho algumas coisas pontuais para arrumar. Tirei 9 e estou muito feliz, afinal é mais uma etapa vencida na minha vida.

    Meus conselhos:

    • Treine a apresentação: saiba o que vai falar e a sequência, um slide bem feito ajuda nisso. Cronometre o tempo, se no seu treino tiver sobrando muito tempo (no meu caso tinha até 20 minutos para apresentar) acrescente mais slides, se tiver faltando, diminua a apresentação.
    • Fiquei nervoso e deu um branco na hora: tome água. Enquanto você toma, aproveita para pensar e recuperar a fala. Água tá ali para isso.
    • Ninguém sabe mais do seu trabalho do que você! Lembre-se disso, você colocou cada palavra naquele texto, não vão te perguntar nada que já não saiba.


    Ficar nervoso, tanto na véspera quando na hora, é normal. Eu mesma fiquei. 

    Sobre o blog: agora que terei mais tempo para me dedicar as leituras literárias (não teóricas para o TCC) pretendo voltar a rotina normal dele, com mais postagens por semana. Logo, vem muita coisa boa por aí. Aguardem!

    Já passaram pela banca do TCC? Compartilhem suas experiências e dicas nos comentários. Se não, quais são as suas expectativas? Comentem.

    06/09/2016

    Deixa o povo falar... o que é que tem?

    Olá, leitores!

    Os fãs de sertanejo como eu devem ter reparado que o título é referente a uma música do Jorge e Mateus. Escutar a canção tem me feito refletir muito: afinal por quê nos preocupamos tanto com o que falam de nós? 
    A sociedade tem regras e se não vivemos seguindo-as, a povo sai comentando e falando mal, sabe aquele ditado "tá na boca do povo?" é exatamente isso. O irônico que ninguém questiona o fato da pessoa estar fazendo fofoca e falando mal da outra. Todos querem ouvir a fofoca, não se preocupam em saber a versão da pessoa envolvida, saem reproduzindo a história, e o pior... aumentando. 
    Ás vezes deixamos de fazer o que temos vontade por estarmos preocupados com o que o povo vai falar. Simplesmente deixamos de viver, sim, falo no plural, eu sou uma dessas, por isso tenho escutado tanto essa música para tentar internalizar a letra dela e tentar me convencer de que o que eu faço ou deixo de fazer o problema é unicamente meu.

    Isso não é problema de ninguém!
    Voltando a letra da canção, me pego pensando na situação da música composta pelo Jorge (da dupla Jorge e Mateus) que diz assim:
    A gente liga pro povo, fala que tá namorando e casa semana que vem.

    Imagina acontecer isso, no mínimo iam inventar que a garota está grávida, isso nivelando por baixo, se o cara tiver o pouco de grana iam dizer que a mulher deu o golpe. Dificilmente iam pensar que o casal sofreu uma paixão arrebatadora e resolveram arriscar viver juntos. Porque para julgar tem muitos, apoiar poucos. O que você acha que iam falar nesse caso? Me contem nos comentários.
    Enfim, temos que pensar que a vida é uma só, a qual, aliás, passa muito rápido, temos que aproveitar plenamente. Dar uma de Cazuza e viver plenamente sem nos preocupar com o que o povo vai pensar ou falar. Ah, como vão fofocar.
    Vamos combinar aqui: vamos curtir a vida sem nos preocupar com o vão pensar, é aquela frase clichê: "ninguém paga as minhas contas". Também tem aquela: "sabe a vida? Cada um cuida da sua!"

    Deixa o povo falar... o que é que tem?
    Combinado? Vou tentar cumprir também.  

    04/08/2016

    Expectativas para o TCC

    Olá, leitores!

    Finalmente estou me formando! Aleluia! Estou iniciando o meu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) e por isso vim contar para vocês como estão as minhas expectativas para este semestre e como estou pretendendo me organizar:

    Só falta o TCC:

    Sim! Já cursei todas as matérias do curso, deixando apenas o TCC para a última fase, fiz isso propositalmente para ter tempo de me dedicar a ele. Porém, quando eu falo "só falta o tcc" tenho a impressão de que é fácil, apenas esse trabalho e nada mais. Será que não deveria trocar para "ainda falta o TCC"? Vejo muitas pessoas dizendo que é horrível e que dá muito trabalho. Inclusive, na época em que trabalhava na biblioteca, via pessoas na véspera da entrega finalizando a fundamentação teórica ainda. 

    Será que se organizar... vai?

    Sempre fui uma pessoa organizada, isto é, lido bem com prazos, se me pedir algo para semana que vem, vai estar pronto no dia certo. Mas nem que não durma para fazer isso. Reclamo? Sim! Mas faço. Inclusive, baixei um planer para me organizar melhor e pretendo usá-lo. Planner para TCC
    Descobri que o prazo para a entrega já é outubro, confesso que estou um pouco assustada com isso. Espero que com organização dê certo e não fique estressada.


    Foto: arquivo pessoal




    Contratempo com o orientador:

    Como devem saber, para auxiliar no Trabalho de Conclusão de Curso cada aluno tem ter que um professor, denominado orientador. Desde da 5ª fase, tenho um tema e a professora, tudo já combinado com ela. Porém, neste semestre ela foi fazer doutorado, assim, ficando sem tempo para me orientar. Fiquei sabendo disso um mês antes, logo, fiquei desesperada pois a maioria dos professores do curso já havia atingido o limite de orientandos. 

    Festa julina:

    Encontrei meu orientador em uma festa julina (ele dá aulas de português no colégio), estava na função de caixa, de repente tive a ideia de convidá-lo para me orientar. Ele foi super educado e simpático, e aceitou. Acredito que as coisas estão correndo bem, em breve terei orientação e irei mostrar os primeiros esboços do trabalho.

    Ajuda de vocês:

    Não quero fazer alarde, mas vou precisar da ajuda de vocês para realizar a pesquisa. Assim que puder contarei mais detalhes.

    Vocês já fizeram o TCC? Como foi? Conseguiram se organizar? Me deem dicas. estão começando a fazer? Quais as suas expectativas? Comentem. 

    08/07/2016

    Novelas mexicanas: Pontos positivos e negativos

    Olá, leitores!

    Sempre gostei de novelas mexicanas, quando criança as assistia nas tardes do SBT. Mas quando afirmo gostar, geralmente reviram os olhos. Por isso, resolvi listar os pontos negativos e positivos das mesmas. Vale ressaltar que citarei conforme as novelas que eu assisti, ou seja, não são todas as novelas mexicanas que possuem as qualidades e defeitos que citei aqui, ok?

    Pontos positivos: 

    Poucos núcleos: Em geral, tem pouquíssimos personagens, logo, são bem evoluídos na trama e as histórias "correm", isto é, você raramente vê capítulos de novela mexicana sendo enrolados, sempre está acontecendo alguma coisa. 
    Um exemplo disso é Marimar, você tem apenas três núcleos: o da Marimar, composto por Marimar e seus avôs; o do Sergio, por quem Marimar se apaixona; e o do Gustavo. Claro, vão surgindo outros personagens, mas o principal é esse.
    Esse é o principal ponto que me faz  gostar de novelas mexicanas: poucos personagens, mas bem elaborados, com histórias bem boladas e acontecem de forma rápida na trama.

    Créditos: Televisa

    Vilãs:

    Em geral, amo vilãs, quando bem interpretadas fazem com que simpatizemos e até chegamos a torcer por elas. Aposto que muita gente prefere a Paola ao invés da Paulina na Usurpadora. Outras vilãs memoráveis são: Angélica (Marimar) e a Rubi (da novela homônima).

    Pontos negativos:

    Figurino: Não sei como estão as atuais novelas mexicanas (caso saiba, me conte nos comentários) mas me arisco dizer que o Sergio de Marimar usou a mesma camisa a novela inteira, ou era uma muito parecida. Em geral, colocam o mesmo estilo de roupa em um personagem e ele passa a novela inteira usando aquilo.

    Tramas repetitivas: Quando se fala em novela mexicana já se pensa na mocinha pobre e sofredora, característico das três Marias interpretadas por Thalia (Maria Mercedes, Maria do Bairro e Marimar). Outra trama bem repetitiva, mas que eu sou apaixonada é a das gêmeas, famosa pela Usurpadora, também usada em "Cúmplices de um resgate" e na atual "Tres veces Ana". Vale ressaltar que esse enredo é muito usado no cinema e  em novelas brasileiras. 

    Créditos: Televisa

    Para quem é fã de novelas mexicanas como eu, tem várias completas na Netflix, atualmente, estou vendo Rubi nela.

    Vocês gostam de novelas mexicanas? Não gostam? Por quê? Quais as suas favoritas? Comentem.

    20/06/2016

    Ministrando aulas para o ensino médio pela primeira vez

    Olá, leitores!

    Neste semestre fiz o estágio do Ensino Médio pela faculdade de Letras, como vocês gostam das postagens em que falo da minha faculdade, vim fazer um resumo do que foi o estágio. Primeiramente, ao contrário de muitas pessoas, dar aula para o ensino médio nunca me assustou, sempre estive animada com a ideia. Afinal, são maiores, tem mais conhecimento para contribuir, são mais maduros e independentes.  

    A experiência do estágio:

    Como faço Letras com habilitação Português e Inglês, tive que ministrar 15 aulas de cada disciplina. Ao contrário do estágio do fundamental em que fiz uma depois a outra, acabei fazendo ambas ao mesmo tempo. O que resultou em um cansaço imenso. Teve dois dias em que dava as cinco aulas (algumas de português e outras de inglês) pela manhã, a tarde estava na faculdade e a noite trabalhando. O ponto positivo é que terminei a regência um mês antes de entregar o relatório, então tive tempo para descansar. Se fosse fazer outro estágio, faria ambos juntos.
    Outra situação foi que optei pela facilidade, fiz na mesma escola, na que minha tia é professora, logo, conseguia carona.

    Minhas dicas:

    Volto a frisar na importância de levar uma garrafinha de água, de se preparar muito bem. Se você vai ler um texto com os alunos saiba como vai ser feita a leitura (silenciosa, você vai ler com eles...), vai fazer perguntas sobre o texto? Quais? Tenha toda a aula programada e anotada, nunca se sabe quando vai dar um branco. Além de sempre ter um plano B e muitas atividades extras, assim, nunca ficando sem o que fazer nas aulas.

    Conclusão:

    Gostei muito ministrar aulas de literatura (jura?) para o Ensino Médio, principalmente para o terceiro ano, não sei se é por conta da proximidade com o Enem e vestibular, mas se mostraram muito interessados. Acredito que esse seja o caminho: ser professora de Língua Portuguesa e Literatura.

    Quem já dá aulas, comente dando dicas. Falem aqui nos comentários como é o professor ideal para vocês.

    24/05/2016

    Um ano ao seu lado

    Oi, meu amor!

    Escrevo aqui, na véspera de completarmos um ano de namoro, com a finalidade de recordar com você tudo que passamos juntos. Primeiramente, nos conhecemos no Tinder (leitores, funciona!), foi impressionante  como tive facilidade em me abrir com você, falávamos de tantos assuntos, fato que, mais tarde, você comentou que entre tantas garotas daquele aplicativo, eu me destaquei por saber conversar sobre tudo. 
    Vivia um momento difícil. Aliás, o dia que marcamos de nos conhecer pessoalmente, iniciou difícil, mal consegui dormir devido a festa badalada do vizinho (faz um ano que você não dá mais festas, está na hora :p), lembro-me de que fiquei apavorada devido as olheiras, hoje dou risada disso. Meu arrependimento? Não ter tirado uma foto com você naquele dia, mas não imaginava que daria tão certo.

    Foto: arquivo pessoal

    Passado tudo isso, começou o período de insistências, você queria namorar e eu não. Olha, lhe agradeço por ter insistido em mim, mesmo em meio de tanta sinceridade, sempre expus meus defeitos e qualidades. Não pode reclamar que eu lhe avisei que era ciumenta e complicada. Talvez nem tanto assim, só um pouquinho, vai? :p
    Lembra-se da nossa primeira viagem juntos? Que eu cismava que não ia dar certo, que era muito tempo juntos e possivelmente brigaríamos e você afirmava que ia correr bem? Você tinha razão, tudo deu muito certo, precisamos repetir a dose. Falando em brigas... é incrível como, a essa altura do relacionamento, não ocorrem. Temos um respeito mútuo, cada um tem seu espaço na relação. 
    Enfim, escrevi este texto mais para lhe agradecer. Você tem feito eu crescer muito como pessoa, e até profissionalmente, tem me apoiado em relação ao blog, é um verdadeiro companheiro, estando ao meu lado nos lados bons e ruins, me acompanhado em eventos e festas de família. 

    Te amo! 

    Da sua namorada,

    Tainan

    09/05/2016

    Minha autobiografia

    Olá, leitores,

    Nesse semestre estou cursando a disciplina de Escrita Criativa na faculdade de Letras, então, estou aproveitando os textos que produzi e gostei para compartilhar com vocês. Uma dessas propostas feitas pela professora foi a produção de uma autobiografia feita de forma criativa, confesso que fiquei com dificuldade de narrar algo que ocorreu de forma diferente e não achei meu texto tão criativo assim, mas gostei do resultado e espero que vocês também gostem:

    Em busca de um final feliz

    Ela já estava noiva quando descobriu que estava grávida, apressaram o casório, fizeram o vestido largo para esconder a gravidez precoce. Apesar de não recordar, compareci ao casamento de meus pais, escondida por baixo de um vestido largo e atrás de um buquê, lá estava eu. Antes de nascer minha mãe compareceu duas vezes ao hospital, ambas alarme falso. Na terceira ficou internada, para o alivio de meu pai. Meu nome? Tainan. Significado? Estrela. Segundo minha mãe, escolheu por ser forte. De fato, precisei ser forte, nasci com infecção urinária, pesando 2,350 kg. Na época, uma tia disse para minha mãe que eu não vingaria, que ela não deveria se apegar a uma criança tão fraquinha. Foi a primeira vez que vi minha mãe “barraquear”, expulsou a mulher de nossa casa. Apesar disso, minha mãe não teve dúvidas que eu cresceria saudável, visto que ela também havia nascido doente e com aquele peso e estava ali, viva e agora era mãe. Além de doente, também não mamei, o que por um lado foi ruim e por outro bom, já que meus pais se revezavam para cuidar de mim de noite, o que fazia com que, dia sim e dia não, dormissem uma noite inteira.
    Então, minha tia estava errada, cresci, embora os problemas alimentícios continuaram. Não comia direito, minha alimentação se resumia ao arroz. Todo mês estava no soro. Ameaçavam-me de morte: “se você não comer, vai acabar morrendo”, e eu, como uma criança esperta, retrucava: “não, o doutor me manda pro soro e eu melhoro!”. Esse fato persiste até hoje, quando estou mal, vou para o soro e tudo melhora. 
    Fui uma criança que sofreu bullying, se achava feia e diferente. Até os quinze anos sofri pelo que eu chamava de amor. Foi com quinze anos que conheci aquele que viria a se tornar o meu primeiro namorado. Devo escondê-lo só para mim, logo, vou chamá-lo de “ele”. Então, o conheci na internet, ele me elogiava, queria saber minha opinião sobre tudo, falava coisas românticas. Obviamente, me apaixonei, afinal, nunca nenhum garoto havia demonstrado interesse em mim, me chamado de linda e falado palavras amorosas. Seus amigos viraram meus amigos. Mas tínhamos um problema: a distância, um estado inteiro nos separava, o que, de fato, nos separou. 
    Fiquei um tempo sem falar com ele, embora soubesse que estava bem. Um dia ele entrou em contato comigo, alegando que gostaria de vir para a minha cidade, em minha grosseria respondi: “a cidade é pública!”. Mas veio, todas as mágoas que eu sentia em virtude do nosso afastamento passaram. Após o nosso encontro, escrevi o presente poema:

    Jurei, quando...

    Eu já jurei tanta coisa,
    Jurei que não escreveria
    Quando escrevi
    Jurei que não falaria
    Quando falei
    Jurei que não daria
    Quando dei
    Jurei que não beijaria
    Quando beijei
    Jurei que não te amaria
    Quando amei
    Jurei que não voltaria
    Quando voltei
    Jurei fidelidade
    Quando fui fiel
    Você jurou que não se apaixonaria
    Quando se apaixonou
    Jurou que não me esqueceria
    Quando esqueceu
    Terminou tudo
    Quando terminou tudo
    Eu jurei que não choraria
    Quando não chorei
    Eu jurei que manteria a cabeça erguida
    Quando eu manti
    Estou aqui

    Como devem ter reparado com a leitura do poema, nossa história de amor não teve um final feliz, ou talvez teve, só não estamos juntos. Sobre ele? Sei que está bem e casado, espero que a esposa o faça muito feliz, ele merece, é uma pessoa boa, mas talvez não a ideal para mim. Sobre mim? Hoje, faço faculdade, sou uma futura professora, encontrei um outro alguém, o nome? Também mantenho o mistério, mas posso dizer que me faz feliz.

    FIM ou talvez seja a apenas o começo...

    Mais textos produzidos para a disciplina:


    O que acharam da minha autobiografia? Comentem.

    02/05/2016

    Memória: Foi com medo de avião

    Olá, leitores,

    Na disciplina de Escrita Criativa do curso de Letras, foi solicitado que eu produzisse uma memória, então escrevi sobre a minha primeira viagem de avião, como gostei do resultado do texto, resolvi compartilhar com vocês, espero que gostem também.

    Foi com medo de avião

    Tudo começou com uma amizade, se fossemos irmãs certamente não nos daríamos tão bem, combinávamos até no mesmo gosto musical, filmes e livros. Devido a isso, rapidamente começamos uma amizade. Na época, me questionei se era possível existir duas pessoas tão parecidas e até que ponto isso era real, afinal, não havíamos nos conhecido pessoalmente ainda. Será que se nos víssemos pessoalmente ainda seriamos tão amigas? A distância me impedia de averiguar. 
    Até que meu pai anunciou que uma empresa aérea criou uma linha direta de Criciúma à Campinas e que me daria de presente a viagem para conhecer a minha amiga. Porém, até então, nunca havia viajado sozinha e muito menos de avião. A imagem que eu tinha era aqueles veículos sofisticados, espaçosos, com janelas enormes para fazermos selfie com a calda ou pelo menos com as nuvens e aeromoças lindíssimas e elegantes, semelhante aos do filme “Voando Alto” ou “Amor e turbulência”, que com certeza minha amiga também já assistiu. Porém, o que eu encontrei foi um avião apertado, com janelas minúsculas, que certamente não dava para bater foto, mas, pelo menos, a aeromoça era bonita. 

    Fonte: Tumblr

    Tentei fingir que não estava ali, me distraindo com uma leitura, foi aí que o comandante me tirou do transe anunciando uma turbulência. “Mas é o meio de transporte mais seguro”, me diziam. Não importa, eu assisti todas as temporadas de Lost, tudo que me via na mente era a imagem do Jack em uma turbulência que o levou à ilha. Bom, se eu caísse na ilha, seguiria o cachorro, Vicent sempre está no lugar mais seguro.
    Mas não cai, pousei tranquilamente no aeroporto de Viracopos, em Campinas. Perdida, resolvi seguir as pessoas, descobri que elas estavam indo em direção a conexão, enfim, consegui me localizar. Então, iniciou-se outra aventura: encontrar a minha mala. E se fosse extraviada? Haviam várias esteiras, todas identificadas por voo, logo, achei a minha mala, peguei um carrinho para carregar a bagagem e procurei a minha amiga. Sabe como ela me identificou? Disse que eu era a com mais cara de perdida. É, moça do interior em cidade grande se perde. 
    Realmente, a amizade fortaleceu e os gostos eram parecidos, nos demos bem e parecíamos nos conhecer a muito tempo, de fato, nos conhecíamos, mas não pessoalmente. Como diz o Capital Inicial: “tudo que é bom dura pouco e não acaba cedo...”. Era a hora de voltar, voltar para o avião... 
    Ao contrário do aeroporto de Criciúma, que fica em Forquilhinha, o aeroporto de Viracopos era enorme, meu pai me instruiu a ficar no saguão e esperar mostrarem o número do voo e assim anunciarem que podem embarcar. Assim o fiz, fiquei aguardando, mas nada. Em uma determinada hora, fui chamada, pois o avião já estava ali faz tempo e não tinha embarcado. Sai correndo e consegui embarcar, era a hora de mais um momento de agonia, estava um céu escuro e com nuvens, o que dificultou a decolagem, ficamos meia hora rodeando o aeroporto, até finalmente levantar voo. 
    É vencendo o medo que vivemos novas experiências, afinal, já dizia Belchior: “Foi com medo de avião...

    Confira o conto escrito pela Paula para a mesma disciplina: Sob uma luz alaranjada

    O que acharam? Tentei dar um toque de humor, me digam se funcionou. 

    23/03/2016

    Sob uma luz alaranjada (Conto)

    Olá, pessoal!
    Desta vez trago algo um pouquinho diferente, mas continua sendo algo dramático. Numa das aulas de Escrita Criativa do meu curso tivemos que escrever um conto a partir de alguma história contada em sala de aula pelos colegas, sendo de fatos reais que aconteceram. Bem, a proposta era buscar elementos de alguma das histórias contadas e acrescentar mais elementos, para que depois a turma descobrisse a qual história o conto pertencia. Pois bem, a história a seguir foi a minha tentativa de produção textual. Espero que gostem. =)

    Fonte: Google

    Sob uma luz alaranjada
    Numa noite sem nuvens, cujas estrelas brincavam incansavelmente, o sólido alaranjado escorria do poste de luz sobre a rua descobrindo relevos afiados e estáticos. Gatos brancos inquietos passavam pelas grades do cercado, prestes a aproveitar a noite de maneiras que os humanos jamais desconfiariam. Talvez fossem como os gatos de A busca onírica por Kadath, talvez se encontrassem em gangues noturnas criando planos para o domínio mundial, ou talvez apenas andassem matando o tempo – o que não deixaria de ser suspeito. Do topo de uma árvore podia se ver um par de olhos brilhantes, ameaçadores, como que pertencentes a um caçador cruel e sem piedade. Apesar do ar suspeito e insólito, era uma noite calma, quase sonolenta para os padrões da época.
    A poucos metros do único poste com luz da rua havia um ponto de ônibus; apenas uma pessoa ali se encontrava. Embora na rua não houvesse um terreno sequer sem habitantes, os postes estavam com suas lâmpadas queimadas, e da parada de ônibus pouco se podia ver das faces e expressões de quem ali se encontrava. Alguns longos minutos se passaram, e o jovem no ponto de ônibus começava a ficar entediado com a noite de aspecto insólito. Um farfalhar na árvore próxima o assustou, mas lhe revelou apenas um gato malhado de olhos brilhantes. As batidas do coração a mil, quando começou a ouvir passos na rua de lajotas. Eram passos rápidos, de alguém que presumia estar prestes a perder o ônibus. Nas grades atrás do ponto de ônibus um miado de um gato parecia chamar pelo espécime malhado que partira dali há pouco tempo.
    Passados uns poucos minutos, havia ali, no ponto de ônibus, dois jovens; ele já esperava pelo transporte há uma meia hora, ela acabara de chegar, um pouco sem fôlego e nervosa. Dali eles não haviam como saber que o próximo ônibus se atrasaria meia hora a mais, devido a um pneu furado e um motorista irritado. Muito menos de que, embora improvável, algum pequeno felino estressado era o responsável por esse pequeno-grande problema.
    Com a bolsa no ombro direito, a moça toma o celular nas mãos para conferir a hora, encontrando apenas uma tela escura, sem bateria. A preocupação pela perda do ônibus a faz perguntar ao rapaz, que ali se encontrava, o horário; ela queria saber se ainda estava dentro do horário do próximo ônibus. E eis que o atraso vira assunto e uma pequena conversa para matar o tempo durante a jornada do furioso motorista que pretendia terminar sua rotina antes das onze horas. A conversa se arrasta como os feixes alaranjados do poste de luz sobre as grades e cercas das casas próximas, e sobre o colar prateado de pingente de gato da moça.
    Um miado perpassava, volta e meia, próximo aos dois jovens, mas nada de sinal do ônibus.
    Furioso, xingando e esbravejando, finalmente o motorista conseguira resolver seu problema, tendo ligado a um colega e conseguido outro ônibus para terminar o percurso. A questão do pneu seria resolvida pela manhã. O ponto de ônibus no qual esperavam os dois jovens era o antepenúltimo ponto, e em pouco tempo o ônibus parou para que eles embarcassem.

    A moça embarcou primeiro, mas quando o rapaz a seguiu, questionando seu nome, percebera que ela sumira. Nos diversos bancos, restavam apenas mais três passageiros, um idoso, um bêbado e um gato pardo de coleira prateada. Enquanto o ônibus voltava a andar, o miado do pequeno gato preencheu o ônibus, se afastando da iluminação laranja do único poste de luz que funcionava naquela rua.

    29/02/2016

    Que professores nós queremos?

    Créditos: Site da Unesc - Foto retirada nesta terça-feira (23/2).
    Sou acadêmica do curso de Letras da Unesc, atualmente na sétima fase, último ano – com direito a estágio supervisionado e o não tão abominável TCC. Fazer parte de um curso de Licenciatura me trouxe muitas experiências e conhecimentos que eu sequer imaginava antes de ingressar no curso. Obtive algumas oportunidades que muito me acrescentaram, como o estágio da prefeitura de Criciúma, a participação de grupos de pesquisa – o grupo de tradução Verbis Sensus e o grupo a respeito da formação de professores Políticas, Saberes e Práticas da Formação de Professores – e o PIBID. Essas oportunidades significaram muito na minha formação, me possibilitaram conhecer e ter uma nova visão de mundo, me ajudaram a crescer não apenas profissionalmente, como pessoalmente também. E diante desse momento em que tanto se está falando do Pibid, resolvi trazer um pouco da visão que tenho sobre a influência desse programa na formação de professores. Para quem não conhece, talvez, apenas talvez, possa pensar que o projeto não é grande coisa. Mas deixe-me esclarecer alguns detalhes sobre a minha experiência com esse programa.
    Primeiramente, embora não seja necessário dizer, é fato que apenas a graduação não prepara totalmente o acadêmico de licenciatura para sua atuação. Três, ou mesmo quatro anos, não são e nunca serão suficientes. O professor nunca está, de fato, formado. É algo constante, que vai se aprimorando conforme os anos passam, porque é uma profissão que envolve lidar com pessoas, com crianças e adolescentes ainda em crescimento. Em fases importantes de suas vidas, que merecem receber uma educação de qualidade e suporte adequado para melhor se desenvolverem. Afinal, é durante a fase escolar que os alunos escolhem determinado rumo de suas vidas, quando moldam seus valores morais e constroem a base de toda a sua vida. Não seria, então, mais do que necessário oferecer uma educação de qualidade? Oferecer do bom e do melhor? Não é a educação que irá moldar nosso país?
    Para isso precisam, primeiramente, pensar na formação de professores. Como eu já mencionei, só o que a faculdade proporciona ainda não é suficiente. Não digo que ela não cumpre com o seu papel, pelo contrário, como curso de formação inicial muito nos é oferecido e desde que saibamos aproveitar serão anos muito gratificantes, de fato. Contudo, é limitado o tempo que é dedicado a presenciar salas de aula antes de estágios ou de atuar como professor habilitado.
    E é aí que o Pibid entra! Pois proporciona o contato com a sala de aula, sob a supervisão de professores já formados, para que conheçamos o que nos espera e para melhor nos prepararmos futuramente. Este contato não é insignificante, é crucial. Sempre lembro, ao falar disso, de uma fala de Nóvoa sobre a formação dos médicos; antes de se formarem, eles têm um período de observação com médicos já formados, no qual podem observar o dia a dia da profissão e tirar suas dúvidas antes que estejam já no mercado de trabalho e tendo toda a responsabilidade sobre si mesmos, sem a ajuda de alguém já com experiências, com tempo para retirar suas dúvidas e dar conselhos.
    Mas não apenas isso! O Pibid vai muito além. Também nos ajudou a ver que o professor não é apenas formado pelo seu lado profissional, deixando o pessoal “do lado de fora”. Nos encontros do Pibid aprendemos que o professor não pode “abandonar” seu lado pessoal durante as aulas, até pelo contrário, ele não pode esquecê-lo. É claro que sempre há limites e suas exceções, mas o que conta é que o professor não se esqueça de dedicar um tempo a si mesmo, um tempo para ler um livro ou assistir um filme. O professor não pode estacionar e ficar se repetindo ano após ano. Durante nossa formação, pudemos ver que a repetição é sinônimo de “zona de conforto”, o professor não busca novidades, não é crítico, não busca formas diferentes de ensino, enfim, não questiona. E ser crítico e questionar é justamente o que devemos ensinar aos alunos, a pensarem por si próprios, a não aceitarem qualquer opinião que lhes forem impostas. A saber ver os dois lados da história – aqui lembro do vídeo que vimos mais de uma vez na faculdade, da Chimamanda Adichie – e sempre buscar dialogar com os companheiros.
    O Pibid me ajudou a ver que o trabalho de um professor não é algo isolado, não é feito por uma só pessoa, e que essa não deve ficar “só na sua aula e pronto”. A aula sequer é DO professor, é PARA os alunos. No subprojeto Interdisciplinar do Pibid vimos que um trabalho em grupo não pode ser dividido em partes; o grupo precisa ter conhecimento de todo o projeto. Numa escola não se pode trabalhar isolado, afinal, é um trabalho com seres humanos em formação; os professores precisam conversar entre si, compartilhar as experiências que dão certo, e que não dão certo também. Porque mesmos as experiências negativas são importantes.
    Devo admitir que por muitas vezes toda essa nova perspectiva da profissão me assustou. Ser professor, mas ser um professor de verdade, não é fácil; pelo contrário, é difícil e desafiador. E ser um professor interdisciplinar então? Será que estamos preparados a nos arriscar a esse desafio? Porque para isso serve também o Pibid. Não é apenas um programa em que vamos às escolas e fazemos projetos; não é apenas reuniões na universidade para estudarmos; é os dois juntos e um pouco mais.
    É a partir do Pibid que você começar a se definir como professor, quando está em sala de aula e percebe o que (não) funciona, que começa a moldar que tipo de professor você quer ser. Além disso, o projeto contribui com o professor em sala de aula, que, muitas vezes, em decorrência da carga de trabalho, acaba não se renovando. Por meio do Pibid ele terá contato com o universo acadêmico novamente e, assim, aprende novas formas de ensinar, tem novos conhecimentos, entre outros pontos importantes.
    Contudo, o mais importante é como o Pibid contribui com o aluno em sala, ao trazer projetos e práticas diferentes, pois assim possibilita uma forma diversificada que contribuirá com os conhecimentos dos alunos. Exemplo, por meio do Pibid Interdisciplinar – ao qual faço parte –, os alunos estudavam Língua Portuguesa, História e Artes juntas, de uma forma fluída, lhes proporcionando um ensino mais completo, mas de uma forma mais leve.

    Neste texto todo talvez eu ainda não tenha esclarecido o quanto foi e ainda é relevante participar do Pibid. Mas o principal, apesar de tudo, é que acho relevante pensar o seguinte: Que professores queremos para o futuro do Brasil? 

    24/02/2016

    Meus vícios

    Olá, leitores,

    Hoje resolvi falar um pouco de mim, sobre os meus vícios, mas calma aí: não bebo, não fumo ou uso drogas. São vícios do bem, ou seja, que não prejudicam a minha saúde.

    Maná: Já me peguei comentando sobre a banda e me olharem com cara feia dizendo: "o que é isso?". Então, para esclarecer: Maná é uma banda mexicana (apesar de a maioria achar que é argentina porque o vocalista é cabeludo). Meu vício é tanto que coloquei como toque do celular e no despertador, para acordar já ouvindo a voz do Fher. Conheço a banda há anos, inclusive vibrei muito com a apresentação deles no Rock in Rio de 2011. Vale ressaltar que quando estou nervosa, a minha técnica para se acalmar é ouvir as músicas deles.

    Maná no Rock in Rio

    Maná. Fonte: Kboing


    Novela:

    Sempre me questionam se é ruim trabalhar no período noturno (sou secretária de cursos da faculdade, tem aulas a noite), eu digo que não, só sinto falta de ver novelas. Sempre que posso estou dando uma olhada no "Caminho das Índias", pois aprecio demais o trabalho da Glória Peres.

    Survivor:

    O reality show estadunidense de sobrevivência, sou tão fã que indico para as pessoas assistirem e cheguei a jogar uma versão online do reality no Facebook, o Survivor VD. Além de fazer uma postagem enorme aqui falando só do programa.

    Post: Survivor

    Créditos: CBS
    Harry Potter: 

    Conheci quando tinha dez anos. Costumo dizer que faço Letras por gostar de Harry Potter, pois foi com ele que me apaixonei pela leitura. Já fui a um evento de cultura pop (animes, games, cosplays, entre outros) e tudo que comprei foi relacionado a Harry Potter.

    Café: 

    O único que pode prejudicar a minha saúde, mas não bebo em excesso, sim, uma xícara de café preto pela manhã para acordar, à noite, procuro evitar pois perco o sono.

    E vocês são viciados em quê? Comentem.

    09/01/2016

    Filme melhor do que o livro?

    Olá leitores,

    Acredito que muitos de vocês já ouviram ou até falaram aquela frase "o livro é melhor", mas será que o inverso pode acontecer? Vale ressaltar que o filme é uma adaptação, ou seja, não tem obrigação nenhuma de ser exatamente igual ao livro, visto que são mídias diferentes. Claro que quando lemos o livro ficamos imaginando aquela cena exatamente do mesmo jeito, com aqueles diálogos descritos, e muitas vezes a cena é alterada do filme ou até cortada, logo, nos decepcionamos. Um exemplo disso foi a Copa Mundial de Quadribol praticamente cortada em "Harry Potter e o Cálice de Fogo".
    Todavia, o inverso pode ocorrer, ou seja, assistir o filme antes de ler o livro e esperar que livro seja maravilhoso e acabar se decepcionando. Isso ocorreu recentemente comigo em "As vantagens de ser invisível", no qual o filme é um dos meus favoritos, então, fui ler o livro esperando que virasse o meu livro preferido, o qual, aliás, não tenho ainda. Sabe aquela frase "se você não tem um livro favorito é porque ainda não o leu"? Imaginei que seria esse. Talvez fosse expectativa demais em torno dele ou a narrativa não me agradou, mas acabei não gostando tanto da obra,  enfim, em breve terá resenha dele aqui e trago mais detalhes sobre isso.
    Outro caso em que o livro não me agradou tanto foi "Diário de uma paixão". Assim como o anterior, assisti o filme antes e esperei que o livro, assim como a adaptação cinematográfica, focasse mais no romance do casal, contudo, ele detalha mais a doença da mulher, então, imaginei um romance e li um drama. Nada contra, apenas esperava outro gênero.
    Meu filme favorito, Pearl Harbol,  tem um livro, mas, pelo contrário, o filme deu origem ao livro, ou seja, o produtor resolveu escrever um livro após ter feito um filme, só que a ideia não deu certo, o livro não conta mais detalhes da história, apenas escreve tudo que eu já havia visto. Esse é mais um caso em que prefiro a obra cinematográfica.
    Claro que geralmente o livro é mais completo, detalha com mais precisão os acontecimentos presentes no enredo e por isso tendemos a apreciar mais.
    Vocês já viram um filme melhor que o livro? Qual? Concordam comigo? Comentem.

    23/12/2015

    Amizades virtuais que viram reais

    Olá leitores,

    Às vezes é mais fácil nos abrir escrevendo do que pessoalmente, é mais simples desabafar virtualmente do que olhar nos olhos de alguém e falar o que realmente está ocorrendo, o simples fato de saber um ser humano real está ali lendo os seus problemas e tentando te ajudar, resolve. Talvez seja por isso que tenho tantos amigos virtuais e que na maioria das vezes opte por desabafar com eles. 
    Tenho amigos de todos os cantos do Brasil e até de Portugal, como diz meu pai: "não importa para onde nós viajaremos, você tem amigos lá." Não chega a tanto, mas tenho contatos sim :D O que facilita muito, pois ao viajar tem alguém que te indique aonde ir e pode ser que encontre um guia turístico. Prova disso, foi eu viajar para o Rio de Janeiro e após 24 horas de viagem de ônibus, todos os meus companheiros resolverem ir ao baile funk, nada contra, mas não gosto de festa e estava cansada. Então, entrei em contato com alguns amigos e resolvemos da uma volta. Bem melhor do que ficar no hotel, concorda?
    O bom de encontrar com essas pessoas é que depois disso a amizade fica mais fortalecida, por exemplo, nessa minha ida para o Rio de Janeiro encontrei o Diego, após isso, nós continuamos a nos falarmos e nos preocupamos um com o outro.

    Da esquerda para a direita: Marcos, Diego, Yury e eu. Amigos virtuais que conheci no RJ.
    Quando conhecemos alguém pela internet idealizamos a imagem da pessoa: jeito, voz, extrovertida ou não. Contudo, nem sempre ela é aquilo que imaginamos, pode ser o oposto e/ou bem melhor do que o idealizado. 
    O melhor desses encontros é perceber que o virtual pode se tornar real, que a pessoa com quem nos abrirmos, dividimos inseguranças, pedimos conselhos... Está ali, de carne e osso, existe mesmo! Não é utopia.

    Esther e eu. Mais uma amiga virtual que conheci no Rio de Janeiro
    Nessa história só há um "porém": não podemos nos esquecer de viver a vida real, para estar apenas no mundo virtual, isto é, ao nosso lado também existem pessoas fantásticas esperando para serem conhecidas. Ademais, que venha a Deborah em Campinas, estou chegando para te conhecer, amiga!

    Vocês tem amigos virtuais? Já conheceram algum? Como foi? Conte-me nos comentários. 

    23/10/2015

    Minha primeira experiência como professora

    Olá leitores,

    Acredito que alguns de vocês já sabem que eu curso Letras com o objetivo de ser professora de português, assim, incentivando a leitura. Então, como estou nas fases finais, iniciei o estágio obrigatório, isto é, comecei a dar aula. 
    Confesso que no começo foi um pouco intimidador, apesar de ter observado algumas aulas, estar no papel do professor não é simples. Não sei se eu era uma aluna distinta ou se os tempos mudaram, mas, de fato, o que eu verifiquei foi que muitas vezes temos que lidar com alunos que não querem aprender ou ouvir o professor. Claro que tem aqueles que se interessam e é pensando nesses que temos que tirar força para continuar a aula. Ainda estou tentando arranjar uma maneira de conquistar a atenção de todos e fazer a minha aula ser interessante. Talvez eu não consiga.

    Foto: We Heart It

    Minhas aulas, embora eu planejasse de forma a ser interessante, nem sempre o que eu gosto, agrada os alunos. Tenho ouvido os mesmos e vendo o que eles gostam e tentando mesclar com o meu conteúdo. Por exemplo: dei contos e eles gostam de humor, vou levar um conto de humor. Tenho pegado conselhos com a professora titular, sei os pontos a melhorar, logo, vou trabalhar para isso. Aliás, é muito importante ter uma professora que te apoia e te cede às aulas dela para você. 
    Se pretendo dar aulas depois que me formar? O que era uma certeza na minha vida, agora virou uma incógnita. Claro que sempre imaginei que dar aulas não era tarefa fácil, porém, não sabia que era tão difícil: é levar trabalho para casa, é sair da escola com dor de cabeça devido ao barulho, é mal comer, pois o recreio é curto. 
    Entretanto, existe uma parte muito boa e gratificante: você reparar que os alunos aprendem, são criativos e escrevem textos maravilhosos. E ver aquele estudante sorrir para você e te dar um abraço de parabéns no dia do professor. 
    Vou deixar umas dicas para quem pretende iniciar nessa área, as quais me ajudaram:

    • Leve sempre uma garrafinha de água. Acredite, professor fala muito. 
    • Planeje muitas atividades para a aula. Os alunos podem terminar rápido e você ficar sem o que fazer.
    • Tenha sempre um plano B, uma atividade alternativa caso a primeira não dê certo. 
    • Se não der tempo de fazer tudo que você planejou, não se fruste. Acontece. 
    Queria aproveitar para agradecer à escola, à professora e a todos os alunos pela oportunidade de me fazer crescer pessoalmente e profissionalmente. 
    Vocês têm alguma dica para eu melhorar? O que acham da profissão de ser professor? Comentem. 

    09/09/2015

    Festas de aniversários são chatas

    Olá leitores, 

    Tudo bom com vocês? Vim listar as tradições chatas presentes em festas de aniversários. Leve o post com humor, não leve tudo a sério.

    Te obrigam a bater fotos: 
    Mesmo que você diga educadamente que não quer, te empurram para trás daquele bolo com aquela montureira de pessoas e você dá aquele sorrisinho amarelo. Já mencionei aqui que detesto bater fotos? Pois é, já me escondi no banheiro para fugir (tá, eu era criança). 



    Obrigam a criança a bater fotos com você:

    Não, a criança não quer tirar aquelas mil fotos que obrigam. Tudo que ela quer é brincar com os presentes recém ganhados (os brinquedos, roupas não) ou comer aquele docinho que está na mesa a sua frente ou colocar o dedo no bolo. Mas, obrigam a coitada a bater fotos para ter de recordação, resultado: na foto está você com o sorrisinho amarelo e a criança chorando. 


    Com quem será:

    Tem coisa mais insuportável do que aquela música do "com quem será?" após o parabéns? Sério, a criança nem namorar quer, e ficam arrumando casamento. Depois, que você cresce e tem um namorado, param de cantar a maldita musiquinha, ou seja, o negócio é fazer a pessoa passar vergonha.



    Primeiro pedaço de bolo:

    "Para quem vai o primeiro pedaço? Para mamãe ou para o papai?". Não obriguem a criança a escolher um dos dois, é constrangedor. Tenho uma fita (sim, estou velha) do meu aniversário de cinco anos na qual eu me dou o meu primeiro pedaço, ainda olho para a amiga e digo: "o segundo é para você, tá?" Criança esperta, orgulho de mim! Essa fita existe, juro!

    Fonte: Idade da Pedra 


    Claro que temos o lado bom da festa: encontrar parentes e amigos, comer (você gosta também que eu sei) e se for o aniversariante, ganhar presentes. 
    O que vocês acham dessas tradições realizadas em festas de aniversário? Concordam comigo? Tem alguma história desse tipo para contar? Comentem.

    19/08/2015

    O que aprendi com os relacionamentos

    Olá leitores,

    Essa postagem é uma blogagem coletiva do grupo Rotaroots. Então, já tive alguns relacionamentos e aprendi algumas coisas com eles, obviamente não sou uma especialista, e nem o fato de saber isso significa que o meu atual relacionamento vai dar certo, mas quer dizer que esses erros eu não cometerei mais, talvez outros kkkk

    Cada um deve ter sua individualidade:

    Você não pode deixar de viver para estar só com a pessoa; cada um deve ter seu espaço para poder fazer o que gosta, seja ler um livro, sair com os amigos, entre outros. Claro que tudo tem limite, não é para aprontar. Mas se fizerem tudo juntos, vai sufocar uma das partes (se não, as duas). Sentir saudades faz bem.

    Não tentar mudar o outro:

    Todo mundo tem defeitos e qualidades. Se a pessoa não for exatamente o que você quer, não tente moldá-la. Claro, pode dar uns toques delicadamente falando que prefere de tal jeito, mas não quer fazer com que ela goste do azul, só porque você gosta, isso é da personalidade. Ah, isso também vale para você, não mude por causa de alguém. Ressalto: não mude seu estilo de se vestir, a maquiagem que você gosta, ou qualquer outra coisa, por causa de alguém, pois te conheceu e gostou de você desse jeito.

    Foto do filme "Uma linda mulher" porque amo esse filme. Fonte: Hoje São Paulo


    Se a pessoa está com você é porque gosta de você:

    Vamos ser realistas: se ele quisesse estar com outra, estaria. Simples assim! O mesmo vale para a ex. Eles terminaram, se ele quisesse voltar para ela ou continuar, estaria. Mas não, está com você. Então, "confie no seu taco". Pare com crises bobas de ciúmes, tenha confiança em si mesma e no seu parceiro.

    Discutir o relacionamento faz bem:

    E ser sincero também. Se algo está te incomodando, abra o jogo, fingir que está tudo bem não vai resolver o problema. Claro, tudo com calma e educação.

    Na alegria e na tristeza:

    Estar em um relacionamento implica estar do lado da pessoa em vários momentos, sejam eles bons ou ruins. Significa apoiar a pessoa, ouvi-la desabafar e aconselhar.

    Espero que tenha te ajudado. Coloquem aqui nos comentários se concorda comigo ou não e o motivo. O que você aprendeu com os seus relacionamentos? Comente, vou adorar aprender mais. 

    14/08/2015

    Vida planejada

    Tudo começa na infância, quando os pais já ditam "meu filho vai ser médico ou advogado". E tudo começa a ser planejado: a criança vai para a escola, se forma no ensino médio, entra na faculdade, se forma novamente, conhece alguém, casa e tem filhos. Assim, planejando a vida dos filhos.
    A criança mal entrou na escola e já veem com a famosa pergunta: "o que você quer ser quando crescer?" Como se ela fosse obrigada a saber. Eu dizia que queria ser parteira, profissão que nem existe mais, isto é, fazer partos para colocar bebês no mundo. Achava isso mágico, entretanto, hoje desmaio ao ver sangue.

    Foto: The Secret TV

    A vida não é regrada, você não precisa fazer uma faculdade. Atualmente, nem sendo formado garante um emprego bom. Você não precisa casar, nem ter filhos. O que é necessário é que você seja feliz, independente de como.
    Namoro há dois meses, ou seja, estamos nos conhecendo. Já me questionam da data do casamento. Primeiro, não é porque namoramos que vamos necessariamente casar. Depois, não dá para casar assim do nada, é algo que precisa ser planejado. Não estamos no século XIX em que moças da minhas idade eram encalhadas. 
    Nos cobram uma vida planejada, que siga um padrão imposto pela sociedade, e acabamos por imaginar isso, viver o presente pensando no futuro. Todavia, se algo sai dos eixos, choramos e nos questionamos: "o que farei da minha vida agora?". 
    Quando era mais nova me imaginava com 24 anos, já casada e com filho. Por quê? Simplesmente porque minha mãe estava assim com a minha idade. Hoje, nem formada estou. Parteira? Não obrigada, futura professora mesmo.
    Com respeito a casar, ainda sou aquela menininha que sentava na ponta da igreja me imaginando no lugar da noiva. Quando? Vamos esperar o momento certo, só não agora.

    Comente sua opinião a respeito do texto. Espero que tenha gostado. 


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