• início
  • contato
  • parceria
  • blogroll
  • Livros Resenhados

  • Mostrando postagens com marcador ficção. Mostrar todas as postagens
    Mostrando postagens com marcador ficção. Mostrar todas as postagens

    31/10/2017

    Resenha: Filha da Floresta de Juliet Marillier



    Editora Butterfly
    Fonte: Arquivo Pessoal



    Olá leitores, tudo bem?

    Hoje a resenha é sobre o livro Filha da Floresta, o primeiro livro da Trilogia Sevenwaters. Quem nos enviou o livro foi a editora Butterfly, parceira aqui do Eu Curto Literatura.


    Informações do livro:
    Título: Filha da Floresta
    Autora: Juliet Marillier
    Número de páginas: 607
    Ficção - Literatura Neozelandesa


    Sinopse: 

    O domínio de Sevenwaters é um lugar remoto, estranho, guardado e preservado por homens silenciosos e criaturas encantadas, além dos sábios druidas, que deslizam pelos bosques vestidos com seus longos mantos... Passada no crepúsculo celta da velha Irlanda, quando o mito era lei e a magia uma força da natureza, esta é a história de Sorcha, a sétima filha de um sétimo filho, o soturno Lorde Colum, e dos seus seis amados irmãos, vítimas de uma terrível maldição que somente Sorcha é capaz de quebrar. Em sua difícil tarefa, imposta pelos Seres da Floresta, a jovem se vê dividida entre o dever, que significa a quebra do encantamento que aprisiona seus irmãos, e um amor cada vez mais forte, e proibido, pelo guerreiro que lhe prometeu proteção.


    Juliet Marillier
    Fonte: Arquivo Pessoal

    O livro se passa em primeira pessoa, e isso é muito claro, já que parece que vivemos a vida de Sorcha, a personagem principal. A autora se inspirou na obra dos irmãos Grimm, Os Cisnes Selvagens. O livro possui algumas palavras em Irlandês Gaélico, mas não se desespere, pois existe toda a tradução e a pronúncia correta das palavras logo no comecinho do livro.

    Sorcha é a sétima filha de um sétimo filho, ou seja, Sorcha tem 6 irmãos, todos homens. Ao nascer, a mãe deles morre no parto, e o pai que era uma pessoa super alegre e de bem, com a morte da esposa, torna-se uma pessoa fria e que só pensa em suas batalhas com os Bretões. A filha de Lorde Colum, a sétima filha do sétimo filho que segundo as lendas celtas o sétimo filho (do sexo masculino) é dotado de magia e uma intima ligação com a floresta e, consequentemente, os seres da floresta. Mesmo não sendo homem, Sorcha carrega essa ligação com a floresta e ganha até o apelido de Filha da Floresta.

    Sorcha cresce com seus seis irmãos:Liam, Diardmid, Cormack, Conor, Finbar e Padriac; que tem uma conexão inexplicável com ela, além de todos possuírem poderes e dons. Sorcha é o exemplo de menina super moleca, que anda com os pés descalços e não se importa. 
    livros de ficção
    Fonte: Arquivo Pessoal


    Mas tudo muda quando seu pai, Lorde Colum, resolve casar-se novamente com Lady Oonagh, que o manipula. E logo os sete irmãos percebem o poder maligno dela e tentam salvar o pai, porém Lady Oonagh agiu mais rapidamente e lançou uma maldição nos irmãos, contudo, Sorcha conseguiu escapar da maldição e se escondeu na floresta.

    Para que a maldição fosse quebrada, Sorcha recebe uma tarefa muito complicada, e há de realizar para que a maldição se quebre e seus irmãos sejam libertos. Nesse meio tempo, Sorcha passará por terríveis provações inclusive ser levada para a terra dos bretões na personagem de Lorde Hugh (ou Red), inimigos ferrenhos de seu povo em Sevenwaters.


    livros de romance e ficção
    Fonte: Arquivo Pessoal

    Infelizmente, por pura falta de tempo, não consegui finalizar o livro, e prefiro não contar mais detalhes para vocês, até para deixar uma curiosidade. O livro é maravilhoso, apesar de nas primeiras páginas não te deixar tão curioso assim, mas conforme vai lendo, vai se encantando e se apaixonando pela história. Já que não pude concluir a resenha da maneira que pretendia, vou propor que vocês me contem o que acham que vai acontecer com Sorcha, será que ela vai conseguir? Será que seus irmãos serão libertos? Assim, quem sabe, podemos descobrir juntos e comentar em um outro post? Convido vocês também, a conhecerem a editora Butterfly, que nos enviou o livro.

    O design do livro é muito bonito, não poderia deixar de falar. Trabalho impecável, rico em detalhes. Amei! Esse livro inclusive parece bastante com o Dois Mundos: Tesouros da Tribo de Dana, que já resenhei aqui no blog.



     Me contem o que acharam, e claro, o que vocês acham que vai acontecer no final do livro? Comentem! Um superbeijo e até a próxima. 

    24/02/2017

    O Despertar Do Príncipe, de Colleen Houck (Resenha)


    Arte de Capa - Editora Arqueiro


    Título Original: Reawakened
    Autora: Colleen Houck
    Editora: Arqueiro
    Ano: 2015



    Sinopse: Aos 17 anos, Liliana Young tem uma vida aparentemente invejável. Ela mora em um luxuoso hotel de Nova York com os pais ricos e bem-sucedidos, só usa roupas de grife, recebe uma generosa mesada e tem liberdade para explorar a cidade.
    Mas para isso ela precisa seguir algumas regras: só tirar notas altas no colégio, apresentar-se adequadamente nas festas com os pais e fazer amizade apenas com quem eles aprovarem.
    Um dia, na seção egípcia do Metropolitan Museum of Art, Lily está pensando numa maneira de convencer os pais a deixá-la escolher a própria carreira, quando uma figura espantosa cruza o seu caminho: uma múmia — na verdade, um príncipe egípcio com poderes divinos que acaba de despertar de um sono de mil anos.
    A partir daí, a vida solitária e super-regrada de Lily sofre uma reviravolta. Uma força irresistível a leva a seguir o príncipe Amon até o lendário Vale dos Reis, no Egito, em busca dos outros dois irmãos adormecidos, numa luta contra o tempo para realizar a cerimônia que é a última esperança para salvar a humanidade do maligno deus Seth.
    Em O despertar do príncipe, Colleen Houck apresenta uma narrativa inteligente, cheia de humor e ironia. Este é o primeiro volume da aguardada série Deuses do Egito, uma aventura fascinante que vai nos transportar para cenários extraordinários e nos apresentar a criaturas fantásticas da rica mitologia egípcia.


                O Despertar Do Príncipe é o primeiro volume da série Deuses Do Egito, de Colleen Houck, mesma autora de A Maldição Do Tigre.
                Como quase toda boa história, O Despertar Do Príncipe é um enredo resultante de uma história muito mais antiga e misteriosa, dessa vez, contendo uma guerra entre deuses e o sacrifício de três príncipes mortais, de grandes cidades e irmãos de alma: Amon, Asten e Ahmose. De acordo com o enredo, Seth, um deus que se tornou sombrio, pediu o sacrifício dos três príncipes, caso contrário, traria o caos e a miséria a todo o Egito. Temendo que a ameaça se concretizasse, os príncipes foram sacrificados, e como quase todas as relíquias das grandes e antigas civilizações do mundo, uma das tumbas dos três príncipes foi parar no Metropolitan Museum of Art (MET) – De Nova York.
                A partir daí, conhecemos Lilliana Young – jovem membro da elite de Nova York, apresentada como uma adolescente surpreendentemente ponderada, sensata e segura de si, que visita o MET constantemente.
                Lilliana é direta e, a meu ver, uma daquelas pessoas que não são donas da própria história, e sim, apenas uma espectadora: ela pode até ter uma noção do que quer para si mesma, mas no geral sede às expectativas quase inalcançáveis dos pais, como andar com as pessoas certas – geralmente filhos e filhas de pessoas igualmente importantes no país –, tirar boas notas e entrar nas faculdades que eles mesmos escolheram.

    “Eles  – que detestavam ser chamados de mamãe e papai  – queriam que eu me formasse em algo que lhes desse orgulho, como medicina, administração ou ciência política, mas nada disso me interessava.”


                O fato de Lily, apesar de ser distante, direta e bastante prática, se interessar mais por pessoas, e ser uma ótima observadora, é perceptível, e, mesmo se ela não narrasse justamente sobre isso, o leitor perceberia o quanto a garota poderia ser infeliz, cedendo às expectativas dos pais. Por essa razão, ela não reluta tanto em partir para uma aventura. É aí que o primeiro príncipe do Egito, Amon, entra em cena.
                Lembrando que a história é narrada em primeira pessoa, assim, sabemos a impressão que Lily tem de Amom, mas não há como saber, com exatidão, o que Amom pensa, ou espera, até o final.
               
    Ele parecia…. Não ter idade.
    Olhos sombrios cor de avelã, naquele momento mais verdes do que castanhos, me
    Encararam por baixo de sobrancelhas fartas e uma testa imponente com um ar ao mesmo
    Tempo inteligente e quase predatório. Senti-me um rato diante de um falcão que desce do
    Céu, sabendo que a morte se aproxima, mas totalmente incapaz de desgrudar os olhos de
    Tamanha beleza.


               Porém, Amom se mostra um príncipe antigo, dos pés a cabeça, poderoso, sábio, seguro, porém contido, propenso a ter suas vontades imediatamente atendidas, visto que, por milênios, ele foi venerado como um deus, e por essa razão ele possui um senso de dever e sacrifício extremamente forte. Mas como é de se esperar, o príncipe considera Nova York confusa e barulhenta, o que nos rende momentos de interações interessantíssimas entre ele e uma cética Lily, que, primeiramente, se nega a acreditar que uma múmia despertou e precisa de sua ajuda.
                Mesmo que o relacionamento gradativo de Lily e Amon seja o tópico principal do enredo, é interessante ressaltar que isso não impediu o livro de ser uma excelente narrativa sobre mitos e cultura egípcia, com descrições e explicações relevantes e atraentes sobre lugares, histórias, artefatos que aparecem ao longo do enredo.


    Frase de Amon em "O Despertar Do Príncipe" montagem e edição de Haidy.

                  Com relação aos personagens secundários, considerando que é o primeiro livro de uma série, eles ainda não estão suficientemente construídos aos olhos do leitor, em minha concepção. A mãe de Lily aparece logo de início, controladora, e manipuladora ainda que seu modus operandi esteja mais para o passivo agressivo. Já o pai, ainda que descrito, não aparece. Creio que apenas dois personagens realmente adultos apareçam em cenas recorrentes: o deus Anúbis – mais para um rockstar temperamental – e Osahar (Oskar) Hassan, grão-vizir e arqueólogo, um personagem que provavelmente possa a vir ter mais destaque, visto se mostrar inteligente e extremamente útil.
                Quantos aos outros dois príncipes, ao menos neste livro, eles aparecem apenas um pouco depois da metade, cada um mostrando ter uma personalidade bastante diferente da de Amom.
                Asten é mais aberto a interações, inteligente, astuto e dado a não levar as coisas muito a sério, já Ahmose, a despeito de ser o maior dos três, é gentil e protetor.
                "O Despertar Do Príncipe" não foge às regras das poderosas e envolventes histórias de amor egípcias, que tendem a mostrar que o verdadeiro amor sobrepõe-se a todos os infortúnios, adversidades e, até mesmo, a morte. Ainda que seja adaptado para um público adolescente, creio que o livro atrai um público mais maduro que isso. Talvez, você, leitor, já tenha lido algum livro da série “A Maldição Do Tigre” e, se gostou, vai gostar ainda mais desse aqui. Caso não tenha se interessado tanto, deixe em mente que Colleen Houck é uma escritora de escrita progressiva, e que tende a crescer e evoluir na literatura juvenil. Com certeza "O Despertar Do Príncipe" mostra esse crescimento com relação a sua escrita, e um estilo mais maduro pode ser vislumbrado.
                No mais, deixo vocês aqui, e espero que tenham gostado dessa nova sugestão de leitura, se já leu, deixe seu comentário e, se não leu, estamos aqui para responder suas perguntas e dúvidas.
                Até a próxima.
                Haidy.




    08/02/2017

    O oceano no fim do caminho, de Neil Gaiman (Resenha)

    Olá, pessoal!

    Não se lembrar do que passou não significa necessariamente que nunca aconteceu, não é? Algumas vezes, desejamos lembrar e esquecemos; em outras vezes, ocorre o inverso. As lembranças são construídas e postas numa gavetinha da sala da memória de uma forma curiosa e que não se pode controlá-la (eu não posso, ao menos). Algumas lembranças são mais nítidas, outras, nebulosas. Todos nós tivemos uma época em que fomos crianças, mas nem todos nos lembramos dessa fase da vida, mesmo sendo tão importante para nossa formação. Não é à toa que fatos ocorridos na infância moldam quem somos; mas moldar não significa que seja algo imutável.

    “- Nada nunca é igual – respondeu ela. – Seja um segundo mais tarde ou cem anos depois. Tudo está sempre se agitando e se revolvendo. E as pessoas mudam tanto quanto os oceanos.” (GAIMAN, 2013, p. 185).

    A mim, a ideia de que as pessoas mudam sempre foi quase que um fato; mas terminando a leitura de O oceano no fim do caminho, começo a me questionar por que mesmo mudando ainda somos, de algum modo, os mesmos? Talvez porque, embora as pessoas mudem, jamais o façam totalmente. Isso é, a mudança raramente (e talvez nunca) se dá de modo drástico e completo, sendo gradual, aos poucos, sempre guardando algo de quem já fomos. Porque não se apaga o passado, o que já aconteceu. Posso não me lembrar de ter caído e me machucado quando pequena, mas a marquinha está ali para me mostrar que algo aconteceu. Posso não me lembrar das pessoas que conheci, mas cada experiência me ajudou a melhorar o modo como vejo e entendo as pessoas. Por outro lado, após terminar de ler As Crônicas de Nárnia, começo a pensar um pouco diferente; a separar o ‘mudar’ do ‘crescer’, só que isso já é outra questão. Tudo isso, enfim, foi só para dizer que o passado influencia, querendo ou não. (Embora possam dizer que no livro que comentarei isso talvez possa ser divergente, já que ali o passado-presente em certo momento podem se misturar, se associar ou se excluir – dizer mais que isso é spoiler, então deixarei meio vago mesmo; mas até agora falei de nosso mundo baseado na realidade.)
    Bem, deixo uma questão em aberto aqui:
    Será que, mesmo que não nos lembremos, esses fatos ainda assim importam?

    “As memórias da infância às vezes são encobertas e obscurecidas pelo que vem depois, como brinquedos antigos esquecidos no fundo do armário abarrotado de um adulto, mas nunca se perdem por completo.” (GAIMAN, 2013, p. 14).

    Já faz algum tempo que queria ler O oceano no fim do caminho, de Neil Gaiman, mas só o vim a fazer nesses últimos dias de janeiro. Ter ganhado o livro de presente (da Tainan) foi motivo suficiente para colocar a leitura dele mais no topo da minha lista de leituras 💙. A obra, num geral, apesar de suas poucas páginas – sendo um livro que se lê tranquilamente em dois dias –, é tão leve e sutil e, ao mesmo tempo, ‘pesada’ e profunda que eu não conseguiria, nem querendo, transmitir a atmosfera dela.

    Sutil, mágica e com várias frases bonitinhas, a história começa, porém, com o protagonista já adulto voltando à cidade onde passou a infância para ir a um velório. Lá, algo o atrai para visitar o terreno onde morou e, de lá, a ir até o fim da estrada daquela rua, onde havia uma fazenda com um lago de patos. A partir de então, conhecemos a infância do narrador, cujo enredo parece de fato se desenrolar após o suicídio de um homem dentro de um carro no fim da estrada (a mesma que o atraiu anos depois). A morte daquele homem desencadeou alguns eventos um tanto perigosos, e vamos percebendo, a partir do relato do narrador-protagonista, que a história é mais do que os eventos que se sucederam; é a forma com que a realidade pode estar tão conectada com um mundo surreal ou dos sonhos, a forma com que o mundo das crianças é diferente do mundo dos adultos, embora sejam o mesmo, e como, no fim, todos têm de passar pela experiência que é viver.

    O livro é tão curtinho, só 208 páginas, e o autor a escreveu tão bem – apesar dos erros da edição que eu li (publicada em 2013 pela Intrínseca) –, que sem dúvida recomendo e muito a leitura da obra. Um tanto dramática, mas linda, a história desliza, percorre as memórias do narrador e somos levados a um mundo surreal e, também, a pensar na infância, na família e nos livros. Pois o protagonista, com seus sete anos, não tinha amigos, restando a ele a companhia dos livros que lia. Uma solidão que me parece um tanto triste, já que se soma ao fato de ele ter bastante medo das coisas, mas que permite que se entre no clima das aventuras que, embora não solitárias, transformam o livro numa espécie de oceano.

    “Pessoas diferentes se lembram das coisas de jeitos diferentes, e você nunca vai ver duas pessoas se lembrando de uma coisa da mesma maneira, estivessem elas juntas ou não. Se elas estiverem uma ao lado da outra ou do outro lado do mundo, isso não faz a menor diferença.” (GAIMAN, 2013, p. 196).

    A leitura de O oceano no fim do caminho foi como um mergulho na narrativa de Neil Gaiman. Com uma fluidez e uma certa magia, a qual não precisou ser explicada para ser sentida, que mostra que as entrelinhas também contam histórias; e de que cada ser vai lembrar do mundo de um modo diferente. Enfim, não há como não recomendar esse livro. Já o conheciam ou já o leram? ;)

    10/10/2014

    O guia do Mochileiro das Galáxias

    Olá leitores,

    Li esse livro pela primeira vez quando estava no ensino médio, na ocasião peguei emprestado na biblioteca, contudo, a mesma só tinha o primeiro volume da trilogia de cinco, como diz a capa do livro. Meu namorado adquiriu todos os livros da série e como faz anos que eu li o primeiro volume, resolvi pegar emprestado e ler novamente, assim podendo ler a saga completa.
    A edição que eu li é econômica e fui publicada pela Arqueiro em 2004 e possui 156 páginas.
    Douglas Adams iniciou a saga em 1979 e devo ressaltar que tinha uma visão muito a frente do seu tempo, de uma criatividade impar, criou um universo totalmente novo para o Mochileiro com criaturas incríveis. Para quem gosta de ficção como eu, é a saga ideal. Quem não gosta, passe longe, pois é o foco principal da obra.
    Fonte: Wikipédia
    A história se inicia quando Arthur Dent, um terráqueo comum, está tentando impedir que sua casa seja destruída para a construção de um desvio. Enquanto está deitado no chão, na tentativa de salvar seu lar, chega seu amigo Ford alegando que eles devem ir a um bar tomar cerveja e que tudo isso é irrelevante já que a Terra vai ser destruída, de fato, ele consegue convencer Arthur a ir a um bar e a Terra é destruída:

    Como vocês todos certamente já sabem, os planos para o desenvolvimento das regiões periféricas da Galáxias exigem a construção de uma via expressa hiperespacial que passa pelo seu sistema estrelar e infelizmente o seu planeta é um dos que serão demolidos. O processo levará pouco menos de dois minutos terrestres. Obrigado.
    O que Arthur não sabia é que seu amigo Ford na verdade é um pesquisador do Guia do Mochileiro das Galáxias e estava na Terra para poder obter mais informações sobre o planeta e atualizar o livro. 
    O guia é uma espécie de dicionário de toda a galáxia, isso é, no livro você encontra sobre todas espécies do universo, todos os planetas, enfim, é necessário levar ele quando for viajar para outros planetas.
    Ford obviamente tem um plano para se salvarem da destruição do planeta, ele e Arthur conseguem pegar carona em uma nave Vogon e assim iniciam sua jornada como mochileiros.
    Acredito que já deu para notar que é um livro totalmente fictício. Na obra contém trechos do Guia do Mochileiro das Galáxias, o que faz com que o leitor, se integre a esse mundo totalmente novo juntamente com o protagonista, Arthur.
    De leitura fácil e fluida, a obra consegue nos deixar presa no livro pois sempre queremos saber como os amigos conseguirão escapar das enrascadas que se metem pelo universo.
    Douglas Adams consegue explicar a criação do planeta Terra de forma única. Além de aventura e ficção, o livro possui pitadas de humor. 

    Coleção completa. Fonte: Submarino
    A obra também foi adaptada para o cinema, todavia, engloba mais que o primeiro volume da série, não sei informar até qual pois ainda não li inteira, mas pretendo, o bom é deu para notar que o filme seguia fielmente a obra literária. 
    O autor morreu antes de terminar a saga, entretanto, um fã escreveu o sexto livro  para que a mesma pudesse ter um fim. 
    O Guia do Mochileiro das Galáxias é um livro absolutamente maravilhoso para quem adora ficção. 
    Vocês já leram? Gostaram? Viram o filme? Pretender ler a obra ou ver o filme?

    Eu curto literatura. Todos os direitos reservados.© - Powered by Blogger. imagem-logo